terça-feira, 30 de outubro de 2018

A beleza da transformação!

Antes de prosseguir a leitura do texto peço que atentem para a imagem ao lado e pensem bem no que os olhos podem ver! Já olhou? E sem dúvida você diria ter visto uma linda borboleta pairando sobre uma flor encantadora... perfeito, você não errou! Mas agora gostaria de falar sobre a diferença entre mudança e transformação. Pois uma frase famosa sempre me chamou a atenção e me fazia refletir e questionar. Ela afirma que ninguém muda ninguém, e não discordo. Porém há algo possível dentro desta afirmativa, que se chama transformação!! E essa ocorre de uma forma tão bela e sem nenhuma interferência, apenas flui quando a "natureza" humana se faz necessária agir para que algo novo possa surgir. Voltando a imagem analisada, todos sabem que os personagens da foto não foram sempre assim... A borboleta já foi uma singela lagarta e a flor uma pequena semente, mas ambas passaram por belo processo que as tornaram mais belas e admiráveis, sem perder de forma alguma a sua essência! Elas não foram "mudadas", mas sim, foram transformadas de tal maneira a serem notadas por uma beleza cativante, tornando as algo melhor para si e para os que a contemplam! 
Assim deve ser na vida, não devemos lutar contra algo que faz parte de nossa essência sob o peso da palavra "mudança", mas entender e aceitar que podemos nos tornar pessoas melhores, de maneira que possamos ser notados e influenciando assim a todos que nos cercam. Para que isso aconteça basta aceitar achei beleza da "transformação", que em nada nos fará deixar de ser quem fomos um dia, isto continuará lá, bem no fundo de cada um de nós!!

sexta-feira, 25 de maio de 2018

Somos como livros...

"Certa vez, durante meu curso de enfermagem, houve uma dinâmica onde a professora nos fez escolher qual objeto seríamos e o por quê. Lembro me com clareza que escolhi um livro, e dei como definição o simples fato de que o livro transmite história e conhecimento, porém não é imposto, ou seja, ele pode permanecer em uma determinada prateleira e ser manuseado quando assim for necessário ou de interesse de quem o procura...
Essa passagem me fez pensar que de fato todos nós somos "livros" na grande prateleira da vida, cada um tem sua história, suas experiências e suas particularidades, porém o que percebo é que nem todos se permitem ler por completo cada uma dessas histórias que cada um de nós trazemos.
O que se vê é a leitura de pequenos trechos que ora convém e ora não, negligenciando capítulos importantes que poderiam revelar muito mais o que somos como também acrescentar no crescimento pessoal de cada um de nós.
Por isso devemos parar um pouco de vez em quando e dar o direito que "livros" se abram ao nosso redor e possamos extrair o melhor que cada um deles têm a nos oferecer, sem julgar ou negligenciar cada trecho a nós revelados. 
Pois como bem defini anos atrás e mantenho hoje, o "livro" estará sempre lá, na prateleira, a espera de quem o queira conhecer e desvendar, porém há de se atentar para o tempo hábil, antes que o mesmo se feche para sempre nas prateleiras da vida, levando consigo a melhor porção de cada um de nós!!!"

(Demétrius Pecoraro)

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

Filosofando sobre a empatia!




"Então eis frases que sempre lemos por ai:
- Não reclame... Não critique... Não julgue... Não olhe as atitudes dos outros... faça cara de paisagem... enfim, seja um elemento da natureza, uma árvore ou um pássaro, que mesmo em meio a agressividade ou indiferença humana, continua a retribuir com beleza e harmonia!!??? 🙄😒
Já dizia o filósofo Luiz Alca de Sant’Anna, isso não condiz com o ser humano, são frases prontas e de efeito, que continuamos a repetir, por simples comodidade ou até mesmo por acreditarmos que seja possível ser ou viver assim!
Concordo que tudo que chega até nós, causando mágoa, dor ou incômodo, o poder de mudar ou tornar isto sem efeito em nossas vidas está em nossa mãos, porém isso não nos torna inertes ao ponto de cruzarmos os braços e deixar que tudo permaneça igual, pois nesse caso não haverá uma mudança recíproca da situação, mas sim, a aceitação cômoda dos atos alheios que nos atingem e afligem por muitas das vezes. 
Claro que o fato de reclamar, criticar ou se vitimar não mudará em nada as atitudes dos que nos cercam, mas é uma forma de mostrar ao mundo que algo está errado, nos fere, causa desconforto e indignação, e é nesse ato de reivindicar nosso bem estar que reside nossa porção ser humano, afinal é a única espécie dos seres vivos considerada racional, ou seja, por esse simples e significativo motivo temos o dever de sermos e agirmos, desde que de forma sensata sem transgredir o direito de ser do próximo, mas apenas levando o a pensar e refletir que em uma sociedade de seres possuidores de toda forma de sentimento, o que nos torna humanos, toda ação gera uma reação e está em nossas mãos tornar essa mudança possível para que não nos tornemos escravos repetidores de ações que tanto recriminamos!"
Que possamos aprender a bela arte da empatia!!

( Demétrius Pecoraro)